Cenógrafo, crítico e diretor teatral, Eros Martins Gonçalves Pereira nasceu no Recife, em 1919. Organizou e dirigiu a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Salvador, 1955/61). Professor de interpretação no Museu de Arte Moderna de São Paulo (1964/68) e de indumentária histórica na Escola Nacional de Belas Artes

Montou várias peças e foi crítico teatral do jornal O Globo, Rio de Janeiro. Seus principais trabalhos como cenógrafo e figurinista: "Desejo" (1946), "Édipo Rei" (1948), "Crime na Catedral" (1955), "As Criadas" (1966). Morreu no Recife, em 1973.